Tão menino

Cada verso pequenino
vai nascendo
e vai morrendo.
De tão curto
e tão menino,
Nasce fraco e logo cai
no esquecimento.

10 Sussurros:

Freak disse...

amei! tentar explicar transcende as barreiras da compreensão! ;)

Delírios Cotidianos disse...

Sou adepto as palavras da Freak, porém acrescento mais, tentar explicar não só transcende, mas também é impossível de ser feito, visto que ainda não criaram palavras para descrever tamanha sensibilidade.

Phyhernandes disse...

Cara poeta,
Minha amiga...
Os pequenos não morrem em valas
E nem ressucitam em vão!
Os pequenos são a chama dos maiores
São as idéias dos mendigos
São as frases duras dos tiranos
Não engane-se achando que são esquecidos...
Senão o que seria dos Quintanares?

Filipe D. disse...

Concordo com phyhernandes.

E acrescento: os pormenores são a poesia.

Jaime A. disse...

Escreveste um grande poema acerca de versos pequeninos. E concordo plenamente com Phyhernandes :)

reTALHOS da vida disse...

...a verdade no tamanho exato !!!
Lindo...

Rubens da Cunha disse...

alguns, para nossa sobrevivência, sobrevivem :)

Rody Cáceres disse...

uau! há muito tempo não visitava teu blog...os poemas continuam fantásticos...sem exageros...o novo visual do blog é de extremo bom gosto...meu primeiro pensamento ao vislumbrá-lo foi: "por isso que ela escreve bem..." abraços

Í.ta** disse...

sim, como disse o rubens, sobrevivem.
ainda bem!

amei teu blog.
e teu verso no "quem sou eu".

ele sobrevive.

parabéns!

Lorenzo Tozzi disse...

eu discordo!

se fosse assim, ninguém lembraria de Leminski. :)

obrigado pelas visitas! andei um tempo fora, mas tentarei postar mais. um beijo!

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Sou o verbo: o estado, o tempo e a ação contínua.

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