A Bailarina

Ó boneca de mármore,
pequena bailarina
que dança e me encanta
sem ter medo de errar.

Tu não temes teu tablado.
Eu que te observo aqui sozinho e calado,
vejo majestosa pretensão
desenhar-se em teu solado.

Delicada alma branca.
Se desafias o ar
com graciosos pulinhos dança,
assim me pareces flutuar.

2 Sussurros:

Phyhernandes disse...

Não me entendas mal, é um elogio... Esse poema é um poema Quintanar!
Não sei se gostas do Mario... Mas, é bem parecido com os Quintanares. Poema simples e brilhante.

Leandro Borges disse...

Gosto da essência do poema,
forma e conteudo são um só.
A sutil delicadeza que és:
aquilo sobre o que escreve
e da forma como escreve.
Belissímo.

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Sou o verbo: o estado, o tempo e a ação contínua.

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