Sol de Inverno

Às quatro da tarde,
ao horário de inverno,
o sol bate na minha janela
e ilumina meus pensamentos,
minhas idéias enluaradas.
-
Pois à noite são meu tormento,
meu sol que não me deixa dormir.
Tola que sou
controla-los não posso.
_
Minhas idéias enluaradas.
Meu sol de inverno
que não me deixa dormir,
que não me deixa viver.
-
Bate na minha janela,
reflete em meus papéis,
ilumina e atormenta minhas idéias,
minha noite
e meu dia.
De maneira que quem pensa não dorme
E quem não dorme,
ao longo do dia,
não pode pensar.

2 Sussurros:

Murilo Gomes disse...

Bom dia, ser poeta não é simplesmene uma profissão e sim uma arte, um dom que nasce com a gente e ninguém tira......Parabéns pela poesia...

Phyhernandes disse...

Entendo... É incrível como somos escravos das idéias e é incrível como estas florescem na madugrada!

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Sou o verbo: o estado, o tempo e a ação contínua.

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